Eu me calo!
Eu me calo para as injustiças, justiças e todas as coisas que me rodeiam. Eu me calo diante do possível e do impossível, diante de todas as situações que me vêm à frente. Mantenho todas as minhas vozes estacionadas dentro do meu próprio ser.
Somente depois de muito gritar, espernear e tentar com todas as forças manifestar meu mundo, minhas causas e intenções é que enxergo que nao há a mínima necessidade de fazê-lo, pois de nada adiantará. Se continuo a gritar só me faço ferir mais queimando de desespero a minha alma.
Fica mais fácil encarar aquilo que deve ser, e de fato será ou acontecerá, quando eu me mantenho calado; não conformado; mas alcançando e realmente vivendo paz interior de forma "forçada".
Aos que estão ao meu redor, isso resulta em certa confusão, mas não cabe a mim fazê-los ver e compreender aquilo que nem eles mesmos compreenderiam se assim procedessem, tenho certeza.
Só eu posso então compreender? Egolatria? Não é bem assim, apenas vejo que raríssimos são os que também se calam na mesma ideologia , e tendo dito "os que estão ao meu redor" sei que não fazem parte desses poucos.
O silêncio é absolutamente o melhor argumento que se possa encontrar para qualquer causa, uma vez que ele sempre é levado em consideração e com ele pode-se poupar enorme desgaste.
Experimentando um pouco desse silêncio pode ser que eu passe a conhecer um pouco mais a mim mesmo, pois sabe-se que ao nos silenciarmos automaticamente fazemos uma espécie de interiorização, que muitas vezes nos leva a enxergar coisas novas dentro de nós.
Calado eu vou caminhando com maior equilíbrio pelo simples fato de que tudo ao meu redor, por mais envolvente que seja, não me afeta ou influencia tanto em meus passos.
Tudo vai se tornando mais maleável quando meus olhos são mais importantes que a minha boca e a minha cabeça mais importante que meu coração.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Medo, muito medo, medo de quê? Ficar esquecido no tempo? Não. Definitivamente não! Pára ao menos um instante e olha pra trás. Nunca, absolutamente nunca ninguém ficou parado. Ah, mas ficou sim; desde tal data ele não cresceu, não ascendeu absolutamente nada em sua carreira. E é somente essa a forma de evolução pessoal de cada um?
Penso eu, que não se deve definir que alguém, muito menos nós mesmos, tenha ficado parado ou tenha evoluído apenas pela sua posição social ou profissional.
Há algo muito mais importante para todo ser que se julgue racional, (embora eu discorde de alguns seres humanos que assim se julgam) que é o crescimento e evolução internos.
Quando esse crescimento começa a acontecer, o ser pensante passa a ver e analisar certas situações e também outros seres pensantes de forma bastante diferente do "convencional". O tal medo já não surte tanto efeito em seus pensamentos e ele passa a administrar seus planos de forma um pouco menos afobada.
O sucesso profissional (o que é isso pra você? tem uma resposta concreta? eu não) e posição social, pelo menos aos meus olhos, não devem definir as pessoas ou diferenciar os sábios dos ignorantes.
Eu vejo tais fatos apenas como uma diferença de definição de prioridades. Tudo bem, convenhamos, há muitos homens bem sucedidos, porém, os falta sabedoria, ao passo que há muitos sábios desprovidos de recursos financeiros.
Agora fica um pouco mais fácil compreender tal questão: todos priorizam a evolução financeira? Todos mesmo? Desculpe, mas eu não consigo ter essa certeza.
Penso, talvez inocentemente, que algumas pessoas, essas; raras excepções; atingem níveis de satisfação muito maiores do que alguns bons bilionários que se fizeram sozinhos.
O que se pode conquistar que traga a mesma ou maior satisfação e orgulho (a bom modo falando) do que um poder aquisitivo elevado? Não tenho potencial pra responder isso, mas creio que talvez exista algo sim, que possa trazer ao menos sensações semelhantes. Pois é certo que a felicidade humana não é unicamente idêntica para todos os homens.
Mas voltando ao nosso assunto inicial, é de natureza do ser pensante que se tenha medo como uma espécie de alerta que o "garante" que não fique estacado.
E somente mais tarde, observa-se que o medo foi absolutamente desnecessário. Pois você estava a todo o momento caminhando adiante, por mais que não o sentisse e não conhecesse o rumo da sua caminhada.
Penso eu, que não se deve definir que alguém, muito menos nós mesmos, tenha ficado parado ou tenha evoluído apenas pela sua posição social ou profissional.
Há algo muito mais importante para todo ser que se julgue racional, (embora eu discorde de alguns seres humanos que assim se julgam) que é o crescimento e evolução internos.
Quando esse crescimento começa a acontecer, o ser pensante passa a ver e analisar certas situações e também outros seres pensantes de forma bastante diferente do "convencional". O tal medo já não surte tanto efeito em seus pensamentos e ele passa a administrar seus planos de forma um pouco menos afobada.
O sucesso profissional (o que é isso pra você? tem uma resposta concreta? eu não) e posição social, pelo menos aos meus olhos, não devem definir as pessoas ou diferenciar os sábios dos ignorantes.
Eu vejo tais fatos apenas como uma diferença de definição de prioridades. Tudo bem, convenhamos, há muitos homens bem sucedidos, porém, os falta sabedoria, ao passo que há muitos sábios desprovidos de recursos financeiros.
Agora fica um pouco mais fácil compreender tal questão: todos priorizam a evolução financeira? Todos mesmo? Desculpe, mas eu não consigo ter essa certeza.
Penso, talvez inocentemente, que algumas pessoas, essas; raras excepções; atingem níveis de satisfação muito maiores do que alguns bons bilionários que se fizeram sozinhos.
O que se pode conquistar que traga a mesma ou maior satisfação e orgulho (a bom modo falando) do que um poder aquisitivo elevado? Não tenho potencial pra responder isso, mas creio que talvez exista algo sim, que possa trazer ao menos sensações semelhantes. Pois é certo que a felicidade humana não é unicamente idêntica para todos os homens.
Mas voltando ao nosso assunto inicial, é de natureza do ser pensante que se tenha medo como uma espécie de alerta que o "garante" que não fique estacado.
E somente mais tarde, observa-se que o medo foi absolutamente desnecessário. Pois você estava a todo o momento caminhando adiante, por mais que não o sentisse e não conhecesse o rumo da sua caminhada.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Assusto-me todos os dias (ou quase) com o quanto tudo parece abstrato mesmo estando tão nítido bem à minha frente. Formo uma opinião, e tão cedo me deparo com algo que a faz desabar. É um tanto verdadeira a afirmação de que tudo se transforma. Mas às vezes é tão rápido que não se pode concretizar uma ideia a respeito de algo ou alguém.
E você passa a ver com "outros olhos" convicto de que é assim. E novamente, do nada, "plim", acontece algo que o faz pensar que estava certo antes. Agora tudo ou nada, tanto faz, não faz mais muito sentido porque não existe uma definição permanente pra nenhuma história que se viva.
O mais interessante é olhar tudo o que se passa de uma forma diferente, como uma espécie de "expectador". Faça-o apenas para enxergar a beleza de tudo o que se vive, mas quando for agir, nunca se esqueça, você é o protagonista.
Se o fizer, verá o quanto é interessante a sua ou qualquer história, e todas elas seriam dignas de um filme. Pois em um filme tudo muda e evolui rápido como na realidade, (ok, existem filmes bem parados) a diferença é que aquilo que se vê em um filme foi pensado e o que se vive no mundo real é espontâneo. Isso torna a cena real ainda mais apaixonante, simplesmente observe tudo e todos ao seu redor e perceberá que estão todos girando em torno de algo que ninguém sabe exatamente o que é. Complicado? Não vê muito sentido nisso tudo? Eu responderia sim e sim, e é exatamente por isso que eu vejo como "tão perfeito" tudo o que se sucede a todo momento mesmo que sendo algo doloroso, ou não.
É impossível sentir-se estabilizado nessa existência turbulenta e estonteante a que todos saboreiam. E ao meu ver, é isso o que torna a vida viável. Pois como disse uma vez um novo amigo: o legal é que as coisas vão acontecendo e você muitas vezes não espera, e dessa forma você vai brincando com a vida e ela com você.
E você passa a ver com "outros olhos" convicto de que é assim. E novamente, do nada, "plim", acontece algo que o faz pensar que estava certo antes. Agora tudo ou nada, tanto faz, não faz mais muito sentido porque não existe uma definição permanente pra nenhuma história que se viva.
O mais interessante é olhar tudo o que se passa de uma forma diferente, como uma espécie de "expectador". Faça-o apenas para enxergar a beleza de tudo o que se vive, mas quando for agir, nunca se esqueça, você é o protagonista.
Se o fizer, verá o quanto é interessante a sua ou qualquer história, e todas elas seriam dignas de um filme. Pois em um filme tudo muda e evolui rápido como na realidade, (ok, existem filmes bem parados) a diferença é que aquilo que se vê em um filme foi pensado e o que se vive no mundo real é espontâneo. Isso torna a cena real ainda mais apaixonante, simplesmente observe tudo e todos ao seu redor e perceberá que estão todos girando em torno de algo que ninguém sabe exatamente o que é. Complicado? Não vê muito sentido nisso tudo? Eu responderia sim e sim, e é exatamente por isso que eu vejo como "tão perfeito" tudo o que se sucede a todo momento mesmo que sendo algo doloroso, ou não.
É impossível sentir-se estabilizado nessa existência turbulenta e estonteante a que todos saboreiam. E ao meu ver, é isso o que torna a vida viável. Pois como disse uma vez um novo amigo: o legal é que as coisas vão acontecendo e você muitas vezes não espera, e dessa forma você vai brincando com a vida e ela com você.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Muito inesperadamente eu encontro ou descubro um mundo do qual eu sempre me julgava distante. E realmente, no momento eu assim sou e estou. Mas uma força que me impulsiona a querer me aproximar desse mundo, passa a ser primordial em meu caminho. Desde então muitas coisas ficam mais "claras" quando se trata de foco. Certo alívio e felicidade tocam minha alma mesmo que de forma instável e eu me sinto como alguém que tem no mínimo uma base do que realmente almeja.
Tenho certeza de que tudo o que à minha frente se passa é necessário e indispensável para que eu me torne aquele alguém que nem eu mesmo sei que me tornarei. Tenho os mais nobres sentimentos por esse mundo que, após descoberto, me impulsiona para frente e para cima como um combustível a alimentar uma máquina. Tudo o que penso e digo, de certa forma é intencionado a alcançar e viver esse mundo. Pois desde então ele está dentro de mim, mas preciso concretizá-lo fora, o que pode ser uma tarefa complicada, ou não, isso será definido apenas por mim. Muitas vezes me flagro pensando em como isso acontece tão de repente e nunca consigo chegar a uma conclusão que nao seja: é isso que tem que ser.
Alegro-me ao saber que meu maior defeito é a inevitável pressa de viver tais dias, uma vez alcançado o sonho de conquistar esse mundo, pois esse defeito é algo natural quando se sabe exatamente de onde se vem e para onde se vai. Mas eu não sei se sei... ou sei?
Não é bem isso o que importa, e sim o fato de eu ter conhecimento do que mais me motiva a erguer a cabeça e continuar a jornada de forma alegre e como eu sempre digo: "com sonhos e esperanças".
É o tipo de coisa que; como tudo o que se lê aqui; só faz sentido pra mim, mas mesmo assim talvez algum outro que venha a ler tais palavras possa estar vivendo uma realidade semelhante e verá que "essas coisas acontecem".
Tenho certeza de que tudo o que à minha frente se passa é necessário e indispensável para que eu me torne aquele alguém que nem eu mesmo sei que me tornarei. Tenho os mais nobres sentimentos por esse mundo que, após descoberto, me impulsiona para frente e para cima como um combustível a alimentar uma máquina. Tudo o que penso e digo, de certa forma é intencionado a alcançar e viver esse mundo. Pois desde então ele está dentro de mim, mas preciso concretizá-lo fora, o que pode ser uma tarefa complicada, ou não, isso será definido apenas por mim. Muitas vezes me flagro pensando em como isso acontece tão de repente e nunca consigo chegar a uma conclusão que nao seja: é isso que tem que ser.
Alegro-me ao saber que meu maior defeito é a inevitável pressa de viver tais dias, uma vez alcançado o sonho de conquistar esse mundo, pois esse defeito é algo natural quando se sabe exatamente de onde se vem e para onde se vai. Mas eu não sei se sei... ou sei?
Não é bem isso o que importa, e sim o fato de eu ter conhecimento do que mais me motiva a erguer a cabeça e continuar a jornada de forma alegre e como eu sempre digo: "com sonhos e esperanças".
É o tipo de coisa que; como tudo o que se lê aqui; só faz sentido pra mim, mas mesmo assim talvez algum outro que venha a ler tais palavras possa estar vivendo uma realidade semelhante e verá que "essas coisas acontecem".
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